Navegando por sites e blogs sobre tecnologia, foi possível ver que vários faziam referência à evolução dos produtos da Apple. Desde os primeiros computadores, até os atuais Imac de 27 polegadas que encantam qualquer um numa vitrine,
Comecei a pensar sobre o império da maçã. Sentamos num restaurante e vemos alguém atender uma ligação pelo seu iPhone, enquanto na mesa ao lado alguns ouvem música pelo iPod, e outros conversam sobre negócios mostrando suas apresentações no iPad. Cada vez mais tenho certeza de que vivemos na “iGeneration”. Mas até quando?
A história da Apple nos mostra como grandes impérios também pode balançar. No início da década de 90, a empresa era a segunda maior do mundo na fabricação de computadores pessoais com 10% do marketshare (perdendo apenas para a gigante IBM). Em 1996, a Apple relatou um prejuízo de U$ 69 milhões, demitiu 1300 funcionários - incluindo o CEO Spindler. Decisões erradas provocaram os prejuízos, e colocaram em risco o futuro da empresa, que em 1998 tinha perdido U$ 1,6 bilhão em participação de mercado.
A história da Apple mudou quando seu fundador retornou e assumiu a vaga de CEO. Steve Jobs reorganizou a empresa e levou-a ao patamar de referência em inovação, tecnologia e design, até que Tim Cook assumiu seu lugar em janeiro deste ano devido aos problemas de saúde de Jobs.
Grandes produtos são ultrapassados rapidamente. No passado, impérios ruíram pelo surgimento de concorrentes mais inovadores. Até gigantes de seus mercados podem sofrer baixas, ou será que alguém questiona que o Google teve que aceitar a derrota do seu Orkut para o emergente Facebook.
Grandes empresas não são feitas de grande produtos, mas de grandes pessoas. Os produtos da Apple precisavam de uma grande mente por trás, que cultivasse e gerenciasse uma cultura de inovação. Caso o conselho da Apple tivesse que responder a pergunta feita no post desse Blog - Qual o valor de um funcionário? (Clique aqui para lê-lo), no caso de Steve Jobs com certeza seria difícil calcular.


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