Já abordamos no blog a questão das exigências exageradas das empresas quando estão buscando novos profissionais, versus a alta demanda do mercado para algumas atividades. Essa situação em muitos casos gera custos excessivos na busca de profissionais e também nos salários a serem pagos (muitas exigências de qualificação também levam a salários mais altos) e ainda problemas na gestão da organização – demora na reposição e contratação de novos profissionais pode levar a atrasos no processo produtivo.
Essa análise de forma alguma pretende sugerir que haja, por parte dos recrutadores e selecionadores , um relaxamento em relação a requisitos fundamentais para o exercício da atividade e, além destes, características e qualidades cada vez mais valorizadas no mercado e que agregam valor ao perfil dos profissionais.
O conjunto destes elementos – qualificação técnica, características comportamentais e qualidades gerais - compõem a marca pessoal de um profissional. O site administradores.com publicou recentemente uma matéria que aponta quais seriam as 10 qualidades indispensáveis para um profissional e entre elas indica algumas bem interessantes como: trabalho voluntário, valores, facilidade com tecnologia e atuação nas redes sociais.Vejam que estes itens são relativamente novos na composição de uma marca pessoal e podem ter pesos diferentes, dependendo do perfil da organização e do cargo pretendido, mas é inegável que um conjunto equilibrado destes elementos pode realmente dar destaque a um profissional que deseja ser competitivo.
A questão é: sua marca pessoal traduz exatamente o seu potencial no mercado? É importante lembrar que um currículo não é suficiente para apresentar uma marca pessoal e que muitos de seus elementos são construídos ao longo da carreira, e não é possível demonstrar facilidade com tecnologia ou montar uma rede social consistente de uma hora para outra
Link para a matéria do site Administradores.com – sobre “10 qualidades indispensáveis para um bom profissional”:
