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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

INTEGRAÇÃO: Uma força propulsora que supera obstáculos


Desde os tempos da Antiguidade, as pessoas sempre procuraram formar grupos em suas atividades, tanto nas recreativas quanto nas de trabalho. A este impulso tão forte, que movia os homens modernos, dá-se geralmente o nome de instinto gregário. Se nos estágios mais afastados da Humanidade os povos primitivos não tinham consciência das vantagens desta atitude, em épocas mais recentes as pessoas foram se conscientizando da necessidade de se unirem em vários tipos de grupos, inclusive no interesse de sobrevivência.

Entre os homens primitivos das cavernas, havia grande aversão aos estranhos. Sempre que os encontravam ou fugiam deles ou os atacavam. Mas na busca do alimento, indispensável à sobrevivência, acabaram constatando que, se fossem mais numerosos, poderiam caçar até os animais de grande porte, de cuja carne precisavam para viver.

O instinto gregário provocava os homens primitivos a se unirem num empreendimento, porque isso facilitava atingir objetivos difíceis ou impossíveis para uma pessoa isolada. Constataram que se aproximando dos demais poderiam ter pessoas suficientes para facilitar as caças até de animais de grande porte.

O grande impulso que levou as pessoas a formarem grupos foi o instinto gregário,mas este impulso se tornou permanente porque descobriram que ele trazia benefícios para o indivíduo. O instinto é a força natural que nos leva a fazer muitas as coisas.
A integração eleva as possibilidades para o alcance dos objetivos mais complexos, também nas Organizações.

Quando determinamos, de forma bem clara, os objetivos a serem alcançados e que vantagens eles oferecem para cada um, e incentivamos a união do grupo para o alcance conjunto dos propósitos institucionais, os obstáculos e dificuldades se tornam transponíveis e os resultados mais factíveis.

José Edison Pereira - Educador